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PF tem acesso ao sistema Interpol de informa��o

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A exemplo do vizinho Estado de Pernambuco, que esta semana firmou convênio para se integrar ao sistema mundial permanente da Polícia Internacional (Interpol), a Polícia Federal de Alagoas já tem acesso a essa rede de comunicação. Segundo o superintendente do Departamento de Polícia Federal em Alagoas, delegado Paulo Rubim, quando é necessário o DPF busca informações sobre pessoas procuradas no sistema. ?Como os demais departamentos de todo o País, Alagoas está integrada à rede internacional?, revela. Com isso, os agentes têm acesso à lista de foragidos da Justiça em todo o mundo, a veículos roubados, emissão de passaportes e outras informações disponibilizadas pelos países filiados à Polícia Internacional. A tecnologia disponibilizada para Alagoas acessa dados na rede do departamento nacional da PF, em Brasília, abrindo o acesso para os dados internacionais. ?Na prática, o sistema é o mesmo, pois garante a checagem imediata das informações, além de estar disponível 24 horas?, informa o superintendente Paulo Rubim. Os dados disponibilizados garantem que o DPF/Alagoas faça levantamentos sobre fichas criminais com fotos, impressões digitais e até o código de DNA da pessoa procurada. No sistema da Interpol estão cadastradas cerca de 5 milhões de pessoas entre desaparecidos e procurados pela Justiça. A diferença que o delegado Paulo Rubim acredita que existe entre o convênio já em vigor e aquele recentemente assinado pelo DPF pernambucano é que a conexão é feita diretamente no Estado. No caso de Alagoas e dos demais estados brasileiros, o acesso às informações é feito por meio da direção nacional. ?Mas o acesso é o mesmo, tudo que está disponível no sistema da Interpol nós podemos utilizar?, garante o superintendente. O sistema aumenta a eficiência da Polícia Federal no combate ao tráfico internacional de drogas e de mulheres para exploração sexual. Entretanto, no caso de Alagoas, há ressalva de que o Estado não é rota desses criminosos. ?Mas estamos preparados para enfrentá-los?, completa Paulo Rubim.

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