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Pol�cia admite que morte de agente foi queima de arquivo

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O delegado Arnaldo Soares de Carvalho, que apura o assassinato do mecânico e agente penitenciário Luiz Henrique Menezes, 35, fuzilado com mais de 30 tiros, na noite de terça-feira, no Conjunto Selma Bandeira, no Tabuleiro do Martins, admite que a execução está ligada à queima de arquivo. A autoridade policial explica que ele foi citado em um dossiê publicado pelo semanário Extra, como motorista de um grupo que pratica crimes de pistolagem e assaltos na região do Tabuleiro. ?Investigo todas as possibilidades, inclusive esta. O cidadão, segundo o dossiê, dirigia para o grupo acusado de cometer os mais diversos tipos de delito. A maneira como ele foi emboscado e assassinado é muito própria de pessoas que sabem como cometer homicídios. Na verdade, estamos no início das apurações, contudo, trabalhando com várias linhas de investigação. O rapaz que foi baleado, assim que receber alta, será convidado para prestar declarações, por se tratar de testemunha ocular. O que me estranha é o fato de a família da vítima ainda não ter procurado a polícia. Eu entendo e respeito o sentimento e a dor, mas espero que os parentes procurem a delegacia, para fornecer detalhes que possam chegar aos criminosos e aos motivos do assassinato?, enfatizou o delegado Arnaldo Soares de Carvalho, que garante ter o caso esclarecido.

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