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Pai de Dimas Holanda quer assassinos do filho na cadeia

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Jaime Holanda, pai do ex- bancário Dimas Holanda, afirmou, ontem, que não vai se calar e que vai continuar cobrando à polícia e à Justiça providências para o esclarecimento da morte do filho, ocorrida em abril de 1997. Ele concedeu entrevista, na manhã de ontem, ao radialista Fernando Palmeira, da Rádio GAZETA AM. O pai do ex-bancário condenou a postura da Polícia Civil, que já apresentou várias versões para o crime, inclusive envolvendo o nome do ex-governador Manoel Gomes de Barros e do coronel Nerecinor Sarmento, pessoas que, particularmente, Jaime Holanda considera como inocentes. Ele solicitou empenho ao promotor Luiz Vasconcelos e demais representantes do Ministério Público, no sentido de que os verdadeiros responsáveis pela morte do filho paguem pelo que fizeram, admitindo que policiais podem ter participado do crime. Crime O ex-bancário Dimas Holanda foi executado a tiros de pistola, quando descia de seu veículo no Conjunto Santo Eduardo, na Jatiúca. Este foi um crime de muitas versões, vários indiciados e nenhum preso. As testemunhas apontaram, inicialmente, como possíveis envolvidas: Inaldo Valentim Valença Júnior, o ?Júnior Valença?, Carlos Henrique de Azevedo Valença e José Joaquim Rodrigues. Uma briga entre o ex-bancário e ?Júnior Valença?, durante o carnaval de 97, teria, de acordo com Douglas Holanda, irmão de Dimas, originado a intriga, que culminou com o assassinato. Como ninguém foi indiciado, o Ministério Público posicionou-se pela realização de novas diligências. No entanto, o inquérito da morte de Dimas Holanda tem uma apuração, segundo a família, cada vez mais lenta.

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