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Grupo seq�estra gerente da Caixa e leva R$ 200 mil

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RÓDIO NOGUEIRA Grupos Especiais da Polícia Federal caçam quatro homens acusados no seqüestro do gerente da Caixa Econômica Federal (agência Pajuçara), Pedro Wanderley, ocorrido na quinta-feira à noite, no momento em que ele entrava em sua residência, no Conjunto Stella Maris, na Jatiúca, na companhia da esposa e da filha, cujos nomes estão sendo mantidos em sigilo. As vítimas passaram toda a noite reféns dos grupo de seqüestradores, que usavam armas de grosso calibre. Na manhã de ontem, Pedro Wanderley foi levado para a sede da Caixa Econômica por dois dos bandidos. A esposa e a filha foram mantidas na residência do bancário sob a guarda dos outros dois marginais. Sob a mira de pistolas, Pedro Wanderley foi obrigado a abrir o caixa-forte e entregar malotes contendo R$ 200 mil em dinheiro. O gerente da Caixa foi obrigado, em seguida, a retornar para sua casa, no veículo Renault Clio, de placa MUX 3937/AL, de propriedade dele, onde foi liberado pelos ladrões juntamente com a família. Os seqüestradores fugiram levando o carro do bancário, e, segundo a Polícia Federal, ainda não foram localizados. O delegado Washington Luiz, que comanda as diligências, instaurou inquérito para apurar o caso. Devido ao estado de choque das vítimas, a polícia marcou para segunda-feira a tomada dos primeiros depoimentos. O delegado Joacir Avelino, superintendente interino da PF, explica que a ação foi praticada por bandidos de outro Estado e não tem dúvidas de que o grupo contou com a ajuda de alguém que conhece os mecanismos da agência bancária assaltada, assim como também o endereço do funcionário da Caixa Econômica Federal. A ação dos bandidos é considerada ousada pelos federais, que mantém vários grupos procurando os ladrões. A expectativa é de que o grupo de seqüestradores e assaltantes ainda esteja em Alagoas. A PF revela que vai requisitar e analisar a fita do circuito interno para fazer a identificação dos dois homens que entraram na agência da Caixa, na Pajuçara, e levaram os malotes com R$ 200 mil. A polícia não sabe informar se as vítimas sofreram tortura física. Assim que se recompor do susto, o gerente e sua família serão convidados para prestar depoimento e ajudar na confecção do retrato-falado dos seqüestradores.

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