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Justi�a liberta acusados no assassinato de policial civil

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Os policiais civis Robson Rui Gomes de Araújo e José Alfredo de Souza Pontes, suspeitos de envolvimento no assassinato do policial civil Valter Santana Dias, ocorrido na Serraria, em maio de 2003, foram postos em liberdade por determinação do desembargador Geraldo Tenório da Silveira, presidente do Tribunal de Justiça, que expediu o alvará de soltura dos dois, no último sábado. Robson e José Alfredo estavam presos na base do Tático Integrado de Grupos Especiais de Resgate (Tigre), há 45 dias. Os policiais estão indiciados nos inquéritos que investigam a execução de Valter Santana Dias, mas negaram participação no crime em depoimentos ao delegado Manuel Wanderlei e Tarcisio Vitorino. Robson Rui disse que na manhã do crime estava fora de Maceió. Já Carlos Alfredo, afirmou que naquela manhã estava de plantão na cidade de Rio Largo. Os dois tiveram a prisão preventiva solicitada porque os delegados entenderam, com base nas investigações, que eles tinham efetiva participação na execução de Valter Santana Dias. Valter, que era lotado na Delegacia de Furtos de Veículos, se dirigia para o trabalho na companhia da esposa quando teve o seu Palio fechado e foi fuzilado. A viúva do policial foi ferida levemente no rosto e saiu de Alagoas, temendo ser a próxima vítima. A execução de Valter acabou provocando o assassinato do também policial civil Sinvaldo Feitosa, ocorrido em junho, no Dique Estrada. Existe a informação de que além de Robson Rui e José Alfredo, Sinvaldo Feitosa teria participado da trama que matou Valter Dias e que sua execução foi a resposta do grupo que apoiava Valter Santana Dias.

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