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Polícia

Preso em flagrante acusado de�tentar descontar cheque clonado

O pernambucano Antônio Augusto de Lima, 34, foi preso por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos, na agência da Caixa do Shopping Miramar, no Barro Duro, quando tentava descontar um cheque clonado, no valor de R$ 2. 985,00. O cheque original pe

Por | Edição do dia 15/01/2004 - Matéria atualizada em 15/01/2004 às 00h00

O pernambucano Antônio Augusto de Lima, 34, foi preso por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos, na agência da Caixa do Shopping Miramar, no Barro Duro, quando tentava descontar um cheque clonado, no valor de R$ 2. 985,00. O cheque original pertencia à empresa HO Engenharia, de propriedade do empresário José Orlando Torres de Almeida Lins. A firma tinha sido lesada no mesmo dia com um cheque de idêntico valor sacado por um cúmplice do acusado, identificado como João Carlos de Oliveira. Antônio Augusto revelou, em interrogatório na Central Integrada de Atendimento Policial ao Cidadão (Ciapc III), que compra os talonários da Caixa, em São Paulo, preenche os números da agência e da conta num notebook (computador portátil), falsifica a assinatura do cliente e conclui a fraude, efetuando o saque. Ele não deixou claro como consegue a assinatura do cliente. No entanto, a falsificação do cheque apreendido era quase perfeita, segundo o delegado de Roubos e Furtos, Milton Gomes, responsável pelo flagrante. O acusado de estelionato declarou também ter chegado a Maceió, esta semana, hospedou-se num hotel, em Ponta Verde, preparou o golpe e começou a executar, na manhã da última terça-feira, quando o cúmplice descontou o primeiro cheque, no valor de R$ 2.985,00. Uma terceira pessoa, identificada apenas por Maria, integra o grupo de fraudadores e conseguiu fugir, logo após Augusto ser detido pelos seguranças da Caixa. O delegado Milton Gomes informou que não se trata de ladrões de cheques, e sim, de um bando organizado, capaz de operar em todo o País, tendo como base o Nordeste. Quando foi entrevistado pela imprensa, Augusto alegou inocência, declarando que recebeu um cheque de terceiro como pagamento de uma venda. Ele está agora recolhido à Delegacia de Falsificação e Defraudações.

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