loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
sexta-feira, 24/07/2026 | Ano | Nº 6274
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Polícia

Polícia

Chap�u de Couro � “exemplo” vivo da pistolagem em AL

Ouvir
Compartilhar

O assassinato da deputada federal Ceci Cunha trouxe de volta à história policial de Alagoas um homem que mal sabe assinar o nome e passou 30 anos fugindo da polícia. Um dos mais conhecidos pistoleiros vivos da região: Maurício Gomes Novaes, o ?Chapéu de Couro?, hoje preso, por homicídio, em Aracaju. Não se sabe ao certo quantas pessoas já morreram pelas mãos ou por intermédio deste homem de 60 anos. O próprio Chapéu de Couro afirma que ?há vinte, trinta anos?? matou gente, e que não foi ?nem um, nem dois?. A volta de Chapéu de Couro ? que virou um misto de testemunha e acusado no caso Ceci Cunha ? fez lembrar outra figura lendária do Nordeste, o matador Floro Novaes, irmão mais velho do pistoleiro. Quando Floro foi assassinado, em 1976, Chapéu de Couro já exercia o ofício de matar sem deixar rastro. Oito crimes atribuídos ao pistoleiro viraram processos. Seis estão prescritos. A morte de Ceci Cunha e o atentado recente contra o deputado Cícero Ferro reforçam a constatação de que não tem medida a ousadia dos crimes por encomenda. Envolvem gente rica, matadores e tabelas de preços para execuções. Em Alagoas, é o desafio número um da polícia e da Justiça. ?O preço da morte? Profissional liberal ? entre R$ 3 mil e R$ 5 mil Empresários ? entre R$ 7 mil e R$ 10 mil Vereador do interior ? entre R$ 3 mil e R$ 5 mil Prefeito do interior ? entre R$ 10 mil e R$ 15 mil Político ou empresário da capital ? entre R$ 20 e R$ 25 mil Deputado estadual ? cerca de R$ 50 mil, se for morto no interior. Se for na capital, pode chegar a R$ 100 mil Autoridades policiais e do Poder Judiciário ? pode chegar a R$ 150 mil Deputado federal ? no mínimo R$ 100 mil

Relacionadas