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Suspeito da morte de policial � assassinado no Jacintinho

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Um homem, identificado por Geovane, suspeito de ter participado do atentado e morte do policial civil Arnaldo ?Gerere? ? crime ocorrido em 2002, no Tabuleiro do Martins ?, foi assassinado a tiros, na noite da última quinta-feira, na localidade conhecida como Piabas, no bairro do Jacintinho. O homicídio foi praticado por três homens, que fugiram num veículo Fiat Uno, de cor branca. Segundo uma testemunha, os criminosos tentaram arrastar a vítima até o carro. Como Geovane reagiu, recebeu um tiro na nuca e foi atingido por outros disparos em diversas partes do corpo. Os autores dos disparos deixaram o local dirigindo o veículo em alta velocidade. Nenhum dos ocupantes chegou a ser identificado. Dois feridos Duas pessoas que estavam próximas ao local do atentado acabaram feridas levemente. José Hailton dos Santos Silva e Mário Manoel da Silva, ambos residentes no Jacintinho, foram medicados no mini pronto socorro do bairro. Eles devem ser interrogados pelo delegado do 9º Distrito, João Mendes da Silva, que assumiu o comando das investigações para apurar o fato. O corpo da vítima foi removido para o Instituto Médico Legal Estácio de Lima. Segundo os funcionários do IML, nenhum parente havia aparecido para reclamar a liberação do cadáver, até o final da manhã de ontem. Morte do policial O policial Arnaldo estava lotado na Delegacia de Roubos e Furtos quando foi baleado no tórax, durante uma operação policial no bairro do Tabuleiro do Martins, que visava prender assaltantes de mercadinhos e ônibus. Ele foi levado ao Hospital da Unimed, onde faleceu no momento em que era submetido à cirurgia. Cinco suspeitos foram identificados pelos policiais como envolvidos no crime, mas apenas um acabou preso e indiciado no inquérito pela Polícia Civil. Por se tratar de um policial experiente e operacional, sua morte trouxe revolta à categoria e uma reação imediata de entidades de Defesa dos Direitos Humanos, temendo represálias. No entanto, o acusado que foi preso permanece até hoje recolhido ao sistema prisional do Estado.

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