loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Polícia

Polícia

Policial � acusado de matar agiota em Rio Largo

Ouvir
Compartilhar

Depois de um policial militar ser acusado de matar um colega de farda no Henrique Equelman, um caso semelhante aconteceu em Rio Largo. O policial José Carlos de Oliveira (vulgo ?Navalhada?) é acusado pela polícia de matar a tiros o cabo da Polícia Militar Admilson Elias do Carmo (vulgo ?Cabo Mi?). A vítima era tesoureiro da Câmara de Vereadores da cidade, tinha uma Besta, que fazia transporte escolar, e era agiota. De acordo com a polícia, o fato de trabalhar com empréstimos financeiros pode provavelmente ser a causa da morte do cabo. No dia 16 de março, por volta das 17h20, Admilson estava dirigindo a Besta próximo ao colégio Agnus Dei, na Avenida Rotary (Rio Largo) quando um Fiat Uno parou e o ocupante começou a atirar nele à queima-roupa. ?Um dos tiros chegou a arrancar a arcada dentária?, descreve o laudo cadavérico da vítima. Ainda no laudo, a causa mortis foi choque hemorrágico, secção traumática dos vasos cervicais à direita. Um tiro entrou pelo olho esquerdo e outro atravessou o rosto, atingindo o osso malar, à esquerda. ?Todos disparados a curta distância?, descreve o laudo. Segundo a polícia, três testemunhas fizeram o reconhecimento do suposto matador. Três estudantes, dos dez que estavam no carro, apontaram ?Navalhada? como autor dos disparos. Eles identificaram o policial através de uma foto. Em depoimento prestado ao 12º Distrito Policial, em Rio Largo, outra testemunha também apontou o policial como sendo o assassino. Foi pedida a prisão preventiva pela Polícia Civil, mas o inquérito foi devolvido pelo Ministério Público, que solicitou novas diligências. Um funcionário da Casal na cidade, Maurício Menandi, é acusado pela polícia de ser o mandante do crime. (OR)

Relacionadas