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Nº 5752
Polícia

Mais dez presos na Bahia da “cooperativa de assaltantes”

A polícia baiana prendeu mais dez pessoas na cidade de Gandu, acusadas de participar de um consórcio de assaltantes de bancos em todo o Nordeste e nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Contando com os que já estão presos, são 21 os acusados de pa

Por | Edição do dia 29/05/2004 - Matéria atualizada em 29/05/2004 às 00h00

A polícia baiana prendeu mais dez pessoas na cidade de Gandu, acusadas de participar de um consórcio de assaltantes de bancos em todo o Nordeste e nos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. Contando com os que já estão presos, são 21 os acusados de participar de pelo menos 20 assaltos, só no Estado da Bahia. A suposta quadrilha tramou e executou assaltos a bancos em Alagoas. Um assalto a carro-forte também está sendo investigado. Nos próximos dias, a Secretaria Executiva de Defesa Social vai nomear um delegado especial para viajar a Gandu. A nomeação será feita pelo diretor-geral da Polícia Civil, Roberto Lisboa. O delegado vai ficar encarregado de trazer informações a Alagoas e distribuí-las, através de relatório, com fotos, aos delegados das comarcas de Junqueiro, Teotônio Vilela e Boca da Mata, onde ocorreram assaltos a bancos. Os nomes dos acusados não foram repassado à imprensa. O delegado Rubem Natário (da regional de Penedo) foi nomeado pela secretaria há duas semanas para realizar o mesmo trabalho: ele viajou à Bahia para colher informações sobre os acusados de liderar assaltos a bancos. Foi descoberto que a quadrilha era tão organizada que assumia feições de uma “cooperativa do crime”. Com ele, foi revelado que um assalto realizado em 2003 a um carro-forte em Teotônio Vilela pode ter sido comandado pelos acusados, já que o modo de agir é o mesmo em outros estados da Federação. Outra descoberta é que, na primeira leva de presos, dois revólveres de propriedade da polícia alagoana estavam em poder dos acusados. As armas apreendidas com nove presos na Bahia revelam bem o poder de atuação dos acusados: 11 revólveres, duas escopetas calibre 12, nove pistolas, uma submetralhadora, que pertencia à Companhia Militar de Teotônio Vilela, um revólver 38 de um policial alagoano, uma carabina 9mm e uma 38, oito coletes à prova de bala, seis balaclavas (máscara de proteção do rosto), um uniforme camuflado e armamento do Exército, além de vários carros. (OR)

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