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Juiz nega habeas-corpus para o pitboy Leleco Ferro

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BLEINE OLIVEIRA O juiz Alberto Jorge Correa de Barros negou o pedido de habeas-corpus que libertaria Leandro Albuquerque Ferro, o Leleco, um dos lutadores de jiu-jítsu acusados pelo espancamento do estudante Klébson Almeida, há pouco mais de um mês, na casa de shows Uau, em Jaraguá. Leleco é acusado de integrar uma gangue de lutadores conhecida da população como pitboys. Pela decisão, ele continuará preso no Presídio Cirydião Durval até o julgamento do mérito da liminar impetrada pelo advogado Saulo Emanoel de Oliveira. Juntamente com Charles Alexandre Moura de França, o Charlão, e Paulo Henrique Gouveia, que aparecem na fita de vídeo que mostra o espancamento do estudante, Leandro responde a processo por formação de quadrilha e tentativa de homicídio. O juiz Alberto Jorge recebeu ainda pedido de habeas-corpus em que o advogado Givan de Lisboa Soares pede a soltura de Charlão, Gouveia e do próprio Leleco. ?Deneguei a liminar no caso do Leandro Ferro e nas próximas duas semanas devo emitir parecer sobre o mérito do habeas-corpus. Quanto aos demais, vou analisar o processo para decidir se atendo ou não ao pedido de liminar?, disse o juiz, explicando que a decisão final caberá ao pleno do Tribunal de Justiça. O advogado Givan Lisboa admitiu que já esperava que o pedido de liberdade fosse indeferido. Para ele, os habeas-corpus poderão ser analisados de forma diferente no TJ, onde pretende fazer a defesa oral de seus clientes. Givan revela que Leleco, Charlão e Gouveia aguardam ?pacientemente que todos os fatos sejam esclarecidos?. Segundo o advogado, eles já superaram a fase de insatisfação com a prisão e agora esperam pela Justiça. ?Acredito que o julgamento no pleno vai demorar de 30 a 40 dias?, previu Givan Lisboa.

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