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Militar refor�a suspeita contra vi�va de banc�rio

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O depoimento do sargento PM Josias Araújo dos Santos, do Batalhão de Radiopatrulha, reforçou, ontem, as suspeitas de que Elieide Rodrigues dos Santos e o namorado, o policial civil Aquino Correia Japiassu, planejaram e executaram o assassinato do marido dela, o bancário Jario Pereira dos Santos, morto a tiros de revólver 38 dentro de seu apartamento, no Loteamento Stella Maris, na Jatiúca. O homicídio ocorreu há três meses e está sendo investigado pelo delegado do 2º Distrito, Dalmo Lima Lopes. Elieide e Aquino estão com prisão decretada pela Justiça. Ela foi recolhida à carceragem da Delegacia de Menores e o policial está preso na base do Tigre, o grupo de operações especiais da Polícia Civil. Na manhã de ontem, o sargento PM Josias Araújo dos Santos, do Batalhão de Radiopatrulha, compareceu ao cartório da Delegacia do 2º Distrito, onde declarou à polícia ter sido informado por um amigo, identificado como Renato, de que havia uma trama para matar um gerente do Banco do Brasil, envolvendo a esposa da vítima e um policial. O objetivo do crime era receber o seguro de vida, que a polícia descobriu ser de aproximadamente R$ 300 mil. Indignado Logo após o crime, Renato teria voltado a procurar o militar, dizendo-se indignado. Afirmou que o plano havia sido executado e que a vítima tinha sido morta dentro de casa. Em seguida, Renato viajou para o Rio de Janeiro. O sargento não suportou guardar segredo e procurou inicialmente a Polícia Federal (PF), onde revelou que tinha tomado conhecimento do crime por meio de um amigo. Os federais informaram sobre as declarações de Josias ao delegado do 2º Distrito, Dalmo Lima, que decidiu intimar o PM para prestar depoimento, na condição de testemunha do episódio da morte do bancário. O delegado Dalmo Lima considerou importantes as informações do sargento. No entanto, ele aguarda com expectativa o depoimento de um taxista, que não teve sua identidade revelada pela polícia. Foi ele quem levou o autor do atentado do Stella Maris para o Santo Eduardo. ?O taxista tem condições de identificar o acusado, por meio de reconhecimento?, garantiu o delegado.

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