loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
sábado, 01/08/2026 | Ano | Nº 6280
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Polícia

Polícia

Carteiro � atropelado e morre ao tentar atravessar avenida no Farol

Ouvir
Compartilhar

O carteiro Carlos Olímpio de Barros Silva, 44, morreu atropelado, na manhã de ontem, quando tentava atravessar a Avenida Moreira e Silva, no Farol. Ele integrava o grupo de teatro dos Correios e estava se dirigindo para o ateliê da costureira Maria Lino, onde pretendia tirar as medidas da roupa que iria usar na próxima peça, segundo sua colega de trabalho Ângela dos Santos. O cabeleireiro José Silveira Souza, 41, afirmou que estava no seu salão, próximo ao local do acidente, quando ouviu um freio e uma pancada forte. ?Quando corri para a rua, vi um rapaz caído no chão e outro parado ao lado de um carro com as mãos na cabeça?, contou ele. O motorista do veículo ainda tentou socorrer a vítima, mas, diante da gravidade do caso, voltou para o automóvel e fugiu. Uma mulher que estava num prédio de escritórios declarou que o veículo envolvido no atropelamento era um Logus, cor azul, placa BLL 9297. Os soldados do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) consultaram o Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavan) e descobriram que se trata de um veículo modelo 2003-2004, registrado no Detran-AL. No entanto, não informaram o nome do proprietário. Sangrava demais O autônomo Severino Martins, 41, chegou ao local do acidente no momento em que o condutor do Logus fugia. ?Infelizmente, o rapaz estava morrendo, não havia nada que se pudesse fazer. Ele estava botando sangue pelo nariz e pelos ouvidos. Também estava sangrando demais pela boca. Eu pude ver um corte na cabeça que deixava tudo de fora?, frisou ele. Como Carlos Olímpio ainda respirava, as testemunhas chamaram uma unidade do Samu para tentar o socorro. Porém, quando os paramédicos chegaram, o carteiro já havia morrido. Uma testemunha relatou que o carteiro estava do outro lado da rua procurando o ateliê de Maria Lino, quando outro funcionário dos Correios, identificado como Marinho, chamou pelo seu nome. Ele se virou e tentou atravessar, mas acabou atingido pelo veículo. (EF)

Relacionadas