Polícia
Assalto ao penhor teve cinto-bomba
O capitão PM Pedro Jorge Moura lembrou o assalto ao penhor da Caixa Econômica em Maceió, em 2004. Na ocasião, o gerente seqüestrado também teria tido o corpo envolto por um cinturão-bomba. ?Este equipamento é semelhante ao retirado do corpo de outra vítima em Maceió?, completou. O cinturão-bomba é composto de dois receptores ligados por cabos a duas baterias eletrônicas. Cada um dos receptores têm antenas com capacidade de receber informações através de ondas de rádio ou de telefonia celular. O equipamento teria o seguinte funcionamento: ao receber o sinal de celular, os receptores enviariam mensagem para as baterias, que converteriam o impulso na descarga elétrica que detonaria a bomba presa ao corpo do gerente. Receptores, baterias e bomba estavam amarradas a um cinturão simples e geralmente utilizado por halterofilistas para proteger coluna e abdome durante o levantamento de peso. ?Com exceção do suposto explosivo, os demais equipamentos são facilmente comprados em lojas de produtos eletrônicos?, completou.