Polícia
Sobrevivente quer prote��o policial
Fernando José Gonçalves, sobrevivente da chacina que matou seu primo, Luciano José Gonçalves de Meneses, e seus amigos, Henrique da Silva Vanderlei, Anderson da Silva Rodrigues e Fabrício Alexandre Firmino quer garantias de vida da polícia. Ele já mudou o horário do serviço, segundo o tio, José Meneses, e está assustado com a violência dos autores do crime. Fernando saiu correndo quando os dois motoqueiros mandaram que o grupo deitasse e começaram a atirar. Anderson também tentou fugir, mas acabou baleado e morreu na Unidade de Emergência Armando Lages. José Meneses afirmou que seu filho Márcio Gonçalves, que também é testemunha e pode reconhecer as pessoas que praticaram a chacina, precisa de proteção policial. ?São quatro famílias de luto e cinco filhos sem pai?, comentou José, enquanto aguardava o delegado do 5º Distrito, Cícero Rocha. Ameaça de Major Foi Márcio quem durante a confusão foi ameaçado com uma arma pelo major Denilson, do Corpo de Bombeiros de Santana do Ipanema. Ele apontou uma arma para Márcio, que deixou o local. A arma causou um tumulto maior que a agressão a Wilke, que estava com o tio José de Souza e foi agredido com uma garrafada durante a confusão. O delegado Cícero Rocha não fala ainda em prisões, mas promete punição para os responsáveis pela chacina. Hoje, ele ouve os parentes dos rapazes assassinados no Salvador Lira. |EF