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Fam�lia ainda n�o sabe destino de corpo

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MARCOS RODRIGUES Repórter A família do italiano Gislavo Zurawski, 59, morto com um tiro de espingarda calíbre 12, na Barra de S. Antônio, ainda não sabe que destino dará ao seu corpo. Desde o dia de sua morte, na semana passada, o Instituto Médico Legal guarda o corpo, devidamente formolizado, até que ele possa ser trasladado. Ontem, por telefone, o filho de Gislavo, o músico Andrea Zurawski, disse que ainda aguarda uma posição da Justiça brasileira para proceder o ritual fúnebre. ?Nossa intenção é fazer a cremação do corpo, provavelmente em Salvador (BA). Depois levaremos a urna para a cidade de Monza, na Itália, onde está sepultada a minha avó. Isso, porém, vai depender do posicionamento do juiz?, disse Andrea. Segundo ele, as informações são de que para casos de morte violenta o código penal brasileiro impede a cremação. ?Seria uma maneira de garantir, se necessário, uma exumação?, acrescentou o filho de Gislavo, Andrea deixou o hotel onde estava hospedado e optou por ficar na casa que comprara para o pai, na Barra de Santo Antônio. Lá ele está em companhia da noiva, Roberta Minischetti, e dos funcionários que conviviam diariamente com Gislavo. ?Parece que estamos mais perto dele?, revelou. Em relação às investigações, o delegado José Sales, que preside o inquérito, disse que existem novos elementos que podem levar à prisão do segundo suspeito do crime, conhecido como ?Gói?. Ele e Edjúnior Lima da Silva, 24, beberam com Gislavo na noite do assassinato. Em seu depoimento à polícia, o jovem atribuiu o disparo mortal e sem defesa a ?Gói?, que está foragido. O tiro foi disparado com a arma que pertencia ao italiano. O motivo do crime ainda não foi esclarecido.

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