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Promotores querem Mac�rio na pris�o

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| GILVAN FERREIRA Repórter O ex-diretor do presídio Baldomero Cavalcanti, delegado Jair Macário, denunciado pelo Ministério Público Estadual (MPE) como autor intelectual do assassinato do fazendeiro Fernando Fidélis, executado com três tiros no último dia 28 de outubro, dentro do Baldomero, pode voltar à prisão. Macário foi denunciado ontem por homicídio qualificado e pode, em caso de condenação, cumprir de 12 a 30 anos de prisão. Habeas corpus Macário, que estava preso na sede do grupamento Tigre - desde o último dia 17 de outubro - deixou a prisão ontem, depois que o pleno do Tribunal de Justiça (TJ) decidiu pelo habeas corpus. Macário é acusado de ter intermediado o assassinato de Fernando Fidélis. Ontem, os promotores Marcus Mousinho e Alfredo Gaspar de Mendonça pediram a decretação da prisão preventiva de Jair Macário, além do ex-chefe da guarda do Baldomero Cavalcanti, José Jorge dos Santos, e do assassino confesso de Fernando Fidélis, Edson dos Santos, o ?Pé de Cobra?. José Jorge e Pé de Cobra já cumprem prisão provisória (geralmente pedida para resguardar os sigilo das investigações), na carceragem da Polícia Federal. O pedido dos promotores vai ser analisado pelo juiz da 8ª Vara Criminal, José Braga Neto, que também já começou a analisar o relatório do MP sobre as investigações do assassinato do fazendeiro Fernando Fidélis. Polícia Federal Os promotores aguardavam até ontem uma posição oficial sobre a presença da Polícia Federal nas investigações sobre o assassinato de Fernando Fidélis. A Gazeta apurou que o impasse entre a cúpula da Superintendência da PF em Alagoas, que não aceita assumir as investigações sem a presença da Polícia Civil- afastada do caso por decisão do seu diretor-geral, Robervaldo Davino - vem sendo decisivo para o atraso nas investigações sobre o crime, que ainda dependem de perícia e de novas diligências.

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