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Indefini��o da PF p�ra investiga��o

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Os promotores Marcus Mousinho, Alfredo Gaspar de Mendonça e Karla Padilha devem suspender as investigações sobre o assassinato do fazendeiro Fernando Fidélis, ocorrido no último dia 28 de outubro, dentro do presídio Baldomero Cavalcanti. Os promotores alegam que ainda estão aguardando uma definição sobre a presença da Polícia Federal, que deveria assumir as investigações desde o último dia 18 de novembro, mas devido ao impasse criado pela decisão do superintendente da PF em Alagoas, Carlos Rogério Cotta, de não aceitar a decisão do governador Ronaldo Lessa (PDT) de retirar a Polícia Civil das investigações, não foi definido ainda o início do trabalho da PF no caso. Os promotores informaram que ainda serão necessárias algumas deligências policiais e um trabalho das equipes de peritos, que vão ajudar na coleta de provas. Para não atrasar a conclu- são do processo, os promotores já encaminharam ao juiz da 8ª Vara Criminal, José Braga Neto, um relatório preliminar, com a denúncia contra três dos acusados. Prisão preventiva Ontem, o juiz Braga Neto acatou o pedido dos promotores e decretou a prisão preventiva do ex-diretor do Baldomero Cavalcanti, José Jorge dos Santos, e do assassino confesso de Fernando Fidélis, Edson dos Santos, o ?Pé de Cobra?, que já estão presos na carceragem da Polícia Federal. Braga Neto também decidiu que não seria necessário decretar a prisão preventiva do ex-diretor do Baldomero Cavalcanti, delegado Jair Macário, que teve sua prisão revogada pelo pleno do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL).

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