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Nº 5735
Polícia

Comerciante � detido em lanchonete

| FERNANDO VINÍCIUS Repórter Maragogi - O comerciante José Vieira da Silva, 45 anos, conhecido como “Zé Buchudo”, foi preso ontem no centro comercial de Porto Calvo. Ele tem prisão temporária decretada pelo juiz Ney Alcântara e foi detido por volta das

Por | Edição do dia 15/12/2005 - Matéria atualizada em 15/12/2005 às 00h00

| FERNANDO VINÍCIUS Repórter Maragogi - O comerciante José Vieira da Silva, 45 anos, conhecido como “Zé Buchudo”, foi preso ontem no centro comercial de Porto Calvo. Ele tem prisão temporária decretada pelo juiz Ney Alcântara e foi detido por volta das 11h em uma lanchonete durante operação conjunta das polícias Civil e Militar. Zé Buchudo é suspeito de ser o mandante de três tentativas de homicídio ocorridas contra agricultores dos assentamentos Maciape e Conceição, localizados na zona rural de Porto Calvo. A presença de Zé Buchudo na cidade foi informada à policial civil Elaine Cristina Tenório, que estava de plantão no Fórum para garantir segurança durante as audiências realizadas ontem. O local onde o acusado se encontrava fica quase em frente ao Fórum. Preso, Zé Buchudo foi transferido para a regional de Matriz do Camaragibe, já que a delegacia de Porto Calvo funciona em um imóvel residencial alugado e não conta com celas. Queixa-crime Moradores dos assentamentos estiveram na delegacia da cidade e na Promotoria de Justiça no dia 16 de novembro para formalizar queixa contra José Vieira da Silva, sobrinho e genro de Zé Buchudo, que está foragido e tem prisão decretada por tentativa de homicídio. O sobrinho, que tem o mesmo nome do tio, seria o autor dos atos planejados por Zé Buchudo, supostamente por interesse nas terras onde moram as vítimas das tentativas de homicídio. Uma acareação entre o comerciante e as vítimas está marcada para hoje. Um dos denunciantes é o trabalhador rural José Alexandre dos Santos Faustino, 17 anos, atingido por três tiros no dia 29 de setembro deste ano. Ele diz que procurava bezerras na fazenda onde trabalhava quando o sobrinho de José Vieira teria tentado roubar animais que estavam no pasto. “Quando eu perguntei se ele ia mesmo levar as ovelhas, ele nem respondeu e puxou logo o revólver”, lembra José Alexandre, que escapou da morte apesar de ter sido atingido por três tiros nas costas. Dois jovens agricultores que pediram para manter a identidade resguardada também acusam Vieira pela emboscada que sofreram no dia 9 de junho deste ano.

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