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Bicheiro dep�e e frustra comiss�o

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Os delegados da comissão designada para apurar a morte do policial civil Robson Rui, envolvido na suposta ?guerra das polícias?, estão frustrados com as declarações das testemunhas ouvidas até o momento. Na manhã de ontem, foi a vez do bicheiro e fabricante de fogos de artifícios Plínio Batista, que era primo da vítima, prestar depoimento. As informações que surgiram após o depoimento é que a investigação pouco avançou, caso se leve em consideração o que ele declarou à polícia. Os delegados não chegaram a afirmar, no entanto, esperavam mais do depoimento, visto que Plínio Batista chegou a ser preso, suspeito de comprometimento com as ações do grupo que tinha sido indiciado pelos assassinatos dos também policiais Valter Santana e Sinvaldo Feitosa, em 2004. Assim, ele seria conhecedor dos problemas envolvendo o primo assassinado. Também foi ouvido pela comissão o filho de Plínio Batista. Fábio trabalhava numa tenda de fogos, próximo ao local do assassinato de Robson Rui, no Barro Duro. Ele informou que ouviu os tiros e saiu correndo assustado. Por isso, não teria dado para ver quem teria efetuado os disparos, nem quantas pessoas teriam participado do crime. Ele admitiu que era primo em segundo grau da vítima, mas que não tinha um relacionamento tão estreito com Robson Rui. Normalmente, viam-se quando era época de vender fogos. Segundo ele, Robson Rui costumava comprar os fogos, como fez no fim do ano passado, na fábrica de seu pai, Plínio Batista, localizada no município de Murici. |EF

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