Polícia
PRF refor�a combate a crime organizado
| MARCOS RODRIGUES Repórter A violência, que tem elevado o número de ocorrências na capital e no interior do Estado, encontra nas rodovias federais e estaduais território ?livre? para sua efetivação. Assaltos a coletivos, roubo de cargas, assaltos a banco, crimes de pistolagem, tráfico de drogas e prostituição infantil são algumas das ocorrências registradas. Para combater a criminalidade no Estado, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) tem feito mudanças em suas estruturas, adaptando-se aos novos tempos. O trabalho nas rodovias ganhou nova conotação. O monitoramento das estradas federais tem sido uma barreira a mais na redução das ações dos criminosos. O período noturno continua representando o de maior risco, mas, em contrapartida, é quando os agentes conseguem desarticular a ação de quadrilhas criminosas. O patrulhamento ultrapassou a observação do tráfego, assim como os itens de segurança, segundo o superintendente da PRF em Alagoas, Gibson Magalhães, que acrescenta: ?Essas atribuições continuam?. ?Nossa atividade tem como princípio a observação de todos esses pontos, mas também agimos no combate a assaltos a ônibus e roubo de cargas?, diz Magalhães. Quando são efetuadas prisões, nestes casos, os detidos são encaminhadas para as delegacias especializadas, ou, ainda, para os distritos próximos ao local da operação. Na maioria das vezes, os créditos ficam para quem apresenta os presos. O superintendente da PRF lembra que o órgão permanece em estado de alerta para a segurança no trânsito, que inclui o respeito à sinalização, ao uso do cinto de segurança e de equipamentos adequados. Operações As operações da PRF têm concentrado policiais de acordo com a dimensão do trabalho. Para as atividades em parceria com outras forças, como polícias Militar e Civil, a equipe pode contar com a participação de até 30 homens. Embora concisa, a equipe impõe um ritmo de trabalho que pode incluir perseguições e investigações sobre delitos. ?Nossa característica não é o policiamento ostensivo, mas sim operações estratégicas?, diz.