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PF vai entrar no caso do cart�o clonado

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| BLEINE OLIVEIRA Repórter Até agora, a Caixa Econômica Federal identificou oito casos de saques fraudulentos nas contas de juízes e funcionários da Associação dos Magistrados Alagoanos (Almagis). O dinheiro, que varia de R$ 2.500 a R$ 5.800, será ressarcido aos clientes atingidos por um crime que está se tornando comum em Maceió, a clonagem de cartão bancário. O assessor de comunicação da Caixa, Pedro Paes de Araújo, disse que o caso da Almagis, quando juízes tiveram seus cartões clonados depois que o banco retirou o terminal eletrônico da sede da entidade, no Centro, já foi encaminhado à Polícia Federal (PF) para abertura de inquérito. ?Além da investigação na própria divisão de segurança da Caixa, todos os casos são encaminhados à PF?, disse o assessor. Ele afirma que os valores retirados indevidamente foram devolvidos aos clientes. Ao verificar que quantias foram retiradas de suas contas indevidamente, juízes e funcionários procuraram a Caixa para cobrar providências. Aquele banco detém o maior índice de clonagem, de acordo com relatório da Delegacia de Defraudações. Mas esse problema, ressalta Pedro Paes, ocorre em todas as instituições bancárias, ?já que os criminosos estão sempre procurando meios de burlar a segurança dos bancos?. Blindagem A assessoria da Caixa revela que todos os terminais eletrônicos, dentro e fora da instituição, têm uma blindagem para evitar que estranhos possam colocar instrumentos eletrônicos capazes de copiar os dados do cartão de seus clientes. É o que vulgarmente a polícia chama de ?chupa-cabra?, um dispositivo que tem a capacidade de ler dados como senha e outras informações de segurança do cliente. A clonagem permite ao criminoso fazer saques em qualquer lugar do País. No caso dos juízes que movimentaram conta no terminal da Almagis foram identificados saques efetuados no Recife (PE). ?Já estamos estudando novas formas de controle para garantir segurança total aos nossos clientes?, acrescenta Pedro Paes, da assessoria de comunicação.

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