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Nº 5730
Polícia

Jovem � morta por engano perto de casa

| CARLA SERQUEIRA Repórter Como fazia todos os dias, Joelma Vieira da Silva retornava do trabalho por volta das 19h. Moradora antiga do Village Campestre II, na última terça-feira, dia 4, não chegou em casa. A cerca de 10 metros de sua residência foi as

Por | Edição do dia 06/04/2006 - Matéria atualizada em 06/04/2006 às 00h00

| CARLA SERQUEIRA Repórter Como fazia todos os dias, Joelma Vieira da Silva retornava do trabalho por volta das 19h. Moradora antiga do Village Campestre II, na última terça-feira, dia 4, não chegou em casa. A cerca de 10 metros de sua residência foi assassinada com um tiro na cabeça. Ela tinha 27 anos e deixou órfã uma criança de nove anos. Informações preliminares da polícia indicam que Joelma teria reagido a um assalto. Ontem, a Gazeta esteve no local onde a jovem foi morta e os moradores afirmaram que ela teria morrido por engano. A emboscada seria para outra mulher, esta mais velha do que ela. Maria das Graças tem 70 anos e mora ao lado do terreno onde o corpo de Joelma foi encontrado. “Estava vendo televisão quando ouvi um tiro. Corri para a porta e o povo disse que tinha uma mulher morta perto do campo. Fui ver. Chegou um rapaz desconhecido de bicicleta, dizendo que a mulher era uma tal de ‘Bel’, prima dele. Mas quando a gente viu, era a Joelma, agonizando. Não levaram nada dela, a bolsa estava enganchada no braço”, contou Maria, que cria seis cachorros em casa para se sentir mais segura. “Já quis me mudar. Este campo é cheio de marginais. Moro aqui há 15 anos, meu marido não quer deixar o bairro”. ### PM reconhece falta de policiamento O assassinato de Joelma Vieira da Silva será investigado pelo delegado do 10º Distrito Policial (DP), Dênisson Albuquerque. Ontem, no final da tarde, ele ainda não havia iniciado as diligências. “Não tenho muitas informações. Tudo o que sei foi passado pelos policiais de plantão. Dizem que foi assalto”, informou, ao frisar que hoje vai avançar no caso. O único PM Box instalado no Tabuleiro do Martins para atender os conjuntos Graciliano Ramos, Village Campestre I e II não abriu ontem, segundo os moradores. “Policial só vem aqui para trazer oficiais em casa”, reclamou Damião Veríssimo. Ele disse que são constantes os assaltos no conjunto Graciliano Ramos. “Ninguém pode sair mais de bicicleta e nem portar celular, que é roubado. Sem falar no tráfico de drogas que também é grande nas ruas”. ///

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