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Caso Mayara: m�e cobra pris�o de mulher suspeita do crime

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A contadora Vânia Romano de Lima cobrou das autoridades policiais a identificação e prisão da mulher que estava no Gol, branco, usado no seqüestro e assassinato de sua filha Mayara Grazielle, de sete anos, crime ocorrido há 18 dias. Ela afirmou, ontem, que pelo menos quatro pessoas assistiram quando o pai da vítima, o policial Milton Severo, que está preso no Baldomero Cavalcanti, colocou a menina no carro e que outra pessoa estava no interior do veículo. Segundo as testemunhas que conversaram com Vânia, Milton, na noite do crime, apanhou Mayara na porta de uma casa de festas, na Rua Santo Antônio, próximo ao Colégio Rui Palmeira, no Vergel do Lago. ?Ele estava com outra pessoa no carro e os pescadores que viram quando o saco com o corpo da minha filha foi jogado na praia, garantem que era uma mulher?, afirmou ela. Vânia ressaltou que sua filha foi presenteada com um tamanco, pouco antes de ser morta, por asfixia e colocada num saco plástico. ?Quem teria dado um tamanco a ela para depois matá-la??, indagou a contadora, acrescentando que somente uma pessoa poderia ter feito isso: ?a amante do pai dela, Josete Barros, que para mim tem participação no crime, pois ela odiava minha filha?. Vânia não tem dúvidas de que Milton, pai da menor, foi o responsável por sua morte e que contou com o envolvimento de Josete. ?Não entendo o porquê de esta mulher continuar em liberdade. Dizer que estava na porta de casa (álibi de Josete) todo mundo pode dizer. Quero ver é provar?, continuou ela, destacando que só Deus a mantém viva para cobrar por justiça para o que fizeram com sua filha.

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