Polícia
NCCO pode ser desestabilizado
| BLEINE OLIVEIRA Repórter A soltura de seis pessoas presas pela operação policial que localizou desmanches de veículos pertencentes a Alexandre Aurelino Lins, o ?Coelho?, por decisão do juiz Marcelo Tadeu, criou um sério problema para o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL). O decreto de prisão, assinado pelo Núcleo de Combate ao Crime Organizado (NCCO), foi questionado pelo juiz, alegando que, como plantonista no último fim de semana, teve sua competência desrespeitada. Para Marcelo Tadeu, que é juiz da Vara de Execuções Penais, a prisão é nula por não ter sido aprovada por juiz de 1ª instância (juiz natural), no caso, ele próprio. ### Tenório defende interferência do TJ O juiz Diógenes Tenório, porta-voz do NCCO, disse que recebeu o pedido das prisões na tarde de sábado, 26, e, diante da alegação do delegado Carlos Alberto Reis, de que não localizara o juiz plantonista, decretou a prisão dos envolvidos no desmanche localizado no ferro-velho do Coelho, no Tabuleiro. ?Não podíamos deixar de cumprir a prestação jurisdicional? , reagiu Tenório, explicando as razões pelas quais homologou o flagrante apresentado pela polícia. ///