Polícia
Cavalcante volta ao banco dos r�us
Carla Serqueira Repórter Mais magro, sem bigode, cabelo ralo, usando paletó escuro e com aparência exausta, o ex-tentente-coronel Manoel Francisco Cavalcante, 49 anos, chegou ontem ao Fórum Desembargador Jairon Maia Fernandes, no Barro Duro, por volta das 13h, algemado e escoltado por 20 homens da Polícia Federal. O Batalhão de Operações Especiais (Bope) chegou meia hora antes, com doze militares, encarregados pela segurança do prédio. Fizeram buscas por armas e revistaram os homens que quiseram ver de perto Cavalcante no banco dos réus. O ex-oficial da Polícia Militar de Alagoas e também ex-árbitro da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) partiu do presídio federal de Catanduvas, no Paraná, para ser julgado pela morte de Cristovan Luiz dos Santos, 30, o ?Tó?. ### Vinda de ex-militar mobiliza polícia Antes de entrar na sala do julgamento (3º Tribunal do Júri), o ex-tenente-coronel Manoel Francisco Cavalcante recebeu, já na cela do Fórum, no Barro Duro, a visita do irmão, o ex-major Adelmo Cavalcante, de um dos filhos, Thiago Cavalcante, e outros parentes. Na sede da Polícia Federal, em Jaraguá, onde passou a manhã, também recebeu parentes e conversou com os advogados Franklin Ferreira dos Santos e Luiz Cavalcante Amorim. O ex-oficial da PM e seus familiares não falaram com a imprensa. ///