Polícia
Pol�cia n�o chega a lugar nenhum
Lelo Macena Repórter Mais de três meses depois de ter solicitado o exame de DNA no veículo pertencente à tia de José Carlos Oliveira Rocha Júnior, principal suspeito de ter assassinado o estudante Douglas Oliveira Vasconcelos, com quem mantinha um relacionamento amoroso, a Polícia Civil divulgou, ontem, o resultado do exame feito no laboratório da Polícia Civil da Paraíba. De acordo com a conclusão do laudo, lido em voz alta pelo diretor do Centro de Pesquisas Forenses (CPFOR), Nivaldo Cantuária, que estava acompanhado pelo delegado do caso, Flávio Saraiva, as manchas do veículo não são do sangue de Douglas. ?Não há material biológico da vítima Douglas Oliveira Vasconcelos no invólucro do extintor de incêndio e no tapete de borracha do veículo Celta, ou este se apresenta em quantidade insuficiente para ser detectado pelo método de análise utilizado?, leu Cantuária. Para ele, a prova teria sido ?destruída? pela lavagem do carro, feita em um lava a jato. ?O carro foi muito bem lavado?, disse. ///