Polícia
MP quer foro privilegiado para promotor
O caso do promotor afastado da comarca de Anadia, Carlos Fernando Barbosa, acusado da prática de pedofilia contra uma filha e uma enteada, abusadas por mais de uma década, segundo depoimento das vítimas, gerou um impasse entre o Tribunal de Justiça de Alagoas e o Ministério Público Estadual. O motivo: a conveniência ou não de considerar o foro privilegiado do réu. Ontem, por meio de sua assessoria de imprensa, o procurador-geral de Justiça, José Coaracy da Mata Fonseca, afirmou que vai recorrer ao Supremo Tribunal de Justiça em defesa do foro privilegiado da categoria, segundo ele garantido a qualquer promotor ou juiz, mesmo aos acusados de abuso sexual, estejam eles afastados ou não de suas funções. ///