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Familiares de escriv�o realizam protesto

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O escrivão da polícia, José Carlos Minin, preso sob acusação de receber propina para soltar o traficante Gil Bolinha, ativou uma espécie de ?metralhadora giratória?, com fortes ataques ao delegado-geral da Polícia Civil, Marcílio Barenco, aos juízes da 17ª Vara e ao Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc). Parentes e amigos do preso realizaram um protesto, ontem pela manhã, na frente da Delegacia de Plantão do Farol (Deplan 1). Uma carta assinada por Minin e distribuída pelos manifestantes classifica Barenco como um ?pau mandado que se deixou usar como instrumento para incriminar falsamente um colega de classe e um subalterno, atuou como um 5ª coluna, um estelionatário processual, mandou forjar provas e torturou psicologicamente o preso Gil Bolinha?. Segundo Minin, as provas contra ele, o delegado Eulálio Rodrigues e o advogado Saulo Oliveira foram fabricadas, são ?fétidas, pútridas e grosseiras?. ### Polícia Civil rebate acusações de Minin O delegado Barenco está no Rio de Janeiro e não foi localizado, mas o delegado-geral adjunto, José Edson, disse, em entrevista à Gazetaweb, que não ficará rebatendo as críticas de Minin. ?São críticas de cunho pessoal e, por elas, não posso responder. Estamos fazendo um trabalho sério e correto, ratificado pelo Poder Judiciário. As acusações do Minin são motivadas por um ato de desespero e, por isso, até disponibilizamos tratamento psicológico para ele?, respondeu o delegado. Segundo José Edson, não é a Polícia Civil que precisa esclarecer nenhum fato, e sim, o escrivão que está respondendo pela acusação de corrupção. ///

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