Polícia
Eul�lio fala em maldade dos superiores
Paradoxo. A entrevista coletiva do delegado acusado de corrupção, Eulálio Rodrigues, foi marcada pela cautela e pela ânsia de atacar a cúpula da Polícia Civil. Apesar de acusar a direção de ?forjar provas numa farsa horrível?, o delegado ponderou que não se deve fazer pré-julgamentos e seus algozes podem ter sido induzido a erros. Enquanto classifica integrantes do alto escalão da polícia como ?pessoas maldosas? que podem ter enganado os juízes, Eulálio evita citar o nome e criticar o delegado-geral Marcílio Barenco. No inquérito presidido pelo próprio Barenco, Rodrigues e o escrivão José Carlos Minin são acusados de receber R$ 15 mil de propina para soltar os acusados de tráfico, Moisés Santos, o Gil Bolinha, e Patrick. Para se defender, o delegado alega que não havia provas para efetuar o flagrante e parte para o ataque. ///