Polícia
Familiares de acusados v�o � OAB tentar provar inoc�ncia
Os quatro homens presos como suspeitos de terem sequestrado e ateado fogo ? depois de torturá-lo ? ao corpo do estudante Fábio Acioli, o que provocou sua morte 15 dias depois, alegam que vieram para Maceió de carro, a fim de revender perfumes e cosméticos. Com eles a polícia encontrou um veículo Fiat, do tipo Elba, com placa de Paulo Afonso (BA), mas o número da placa não foi revelado. Para a delegada Fabiana Leão, integrante da equipe que investiga o crime, são fortes os indícios de culpabilidade deles. Mas ontem, pessoas que se apresentaram como familiares de três dos presos, procuraram a comissão de direitos humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AL) para defendê-los da acusação de que sequestraram e queimaram vivo o estudante. ///