Polícia
Empres�rio dep�e sobre morte de F�bio
Movida a centenas de cafezinhos e latas de refrigerantes, a primeira audiência judicial do caso Fábio Acioli se estendeu por 24 horas, sem intervalo. Entre todas as pessoas ouvidas, um empresário foi o que passou mais tempo diante do juiz Geraldo Amorim. Após ser citado pela testemunha-chave do caso, ele foi intimado a comparecer na 9ª Vara Criminal, chegou ao Fórum por volta das 18h30 de quarta-feira, começou a ser interrogado meia-noite e prestou depoimento por quase 7 horas. Tanto o juiz como o promotor do caso, José Antônio Malta Marques, enfatizam que ainda não se pode apontar ninguém como suspeito de autoria intelectual do crime. O empresário foi submetido a uma acareação com o garçom Marco Aurélio, que trabalhava em festas promovidas numa ilha na Lagoa Mundaú e no Beto?s Bar, o último local onde Fábio Acioli foi visto antes de ser atacado no coqueiral de Cruz das Almas, sequestrado, torturado e queimado vivo. ///