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AL � campe�o em assassinatos e mortalidade infantil

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, ontem, os 55 Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2010 (IDS 2010), que chega a sua quarta edição, com publicações em 2002, 2004 e 2008. Com o objetivo de cruzar dados econômicos, sociais e institucionais, a pesquisa tende a analisar de que forma o Brasil segue o rumo do desenvolvimento sustentável. Entre as estatísticas levadas em consideração no cruzamento das informações, está a taxa de homicídio no Brasil. É aí que aparece Alagoas com destaque. De acordo com a pesquisa, em 2007, o Estado registrou a maior taxa de homicídios do País (59,5 mortes para cada cem mil habitantes). Em segundo lugar, veio o Espírito Santo (53,3) e em terceiro, Pernambuco (53,0). O Rio de Janeiro só apareceu na quarta colocação, já que conseguiu reduzir a taxa de 50,8 registrada em 2004, para 41,5 em 2007. Mortalidade infantil também é alta Entre os 55 Indicadores de Desenvolvimento Sustentável 2010 (IDS 2010), divulgados ontem pelo IBGE, estão dados da mortalidade infantil no Brasil. Neste quesito, Alagoas também se destaca por ocupar a pior colocação, na comparação de números entre 1990 e 2008, apesar de que, no mesmo período, houve redução de 50% na taxa de mortalidade no País. ?A ampla cobertura de vacinação para doenças como a poliomielite e tuberculose, a redução de aproximadamente 75% no número de crianças de até cinco anos de idade desnutridas, e a melhoria do nível educacional das mulheres foram alguns dos fatores que levaram à redução de 50% na mortalidade infantil (crianças com menos de um ano de idade) entre 1990 e 2008, passando de 47 mil óbitos por cada mil nascidos vivos, para 23,3? ? informa trecho da pesquisa IDS 2010. 43% dos domicílios são inadequados | DENISE MENCHEN - FÁBIO GRELLET / Folhapress Rio de Janeiro, RJ ? Do total de 57,5 milhões de domicílios existentes no Brasil em 2008, 24,7 milhões (43%) eram inadequados. A constatação é do IBGE, que divulgou ontem a quarta edição da pesquisa Indicadores de Desenvolvimento Sustentável. O estudo aborda, em 55 indicadores, os principais aspectos ligados às esferas social, ambiental e econômica. Na pesquisa, foram classificados como adequados apenas os domicílios com serviço de coleta de lixo, abastecimento de água por rede geral, esgotamento sanitário por rede coletora ou fossa séptica e no máximo dois moradores por quarto ? não foi avaliada a regularidade da propriedade. Segundo a pesquisadora Denise Penna Kronemberger, do IBGE, a inexistência de um sistema de esgotamento adequado foi o problema mais comum, atingindo 26,8% dos domicílios brasileiros. Em seguida vieram a presença de mais de dois moradores por dormitório (constatada em 17,6% dos domicílios) e a ausência dos serviços de abastecimento de água (16,1%) e de coleta de lixo (12,1%). Muitas vezes, um único domicílio apresentou mais de um problema.

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