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Elei��o impede aprecia��o de Or�amento

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A Assembleia Legislativa praticamente parou no período que antecede às eleições de 3 de outubro. Não há sessão faz tempo. Projetos empacaram na Casa e deputados raramente aparecem; quando aparecem não há número suficiente para levar as matérias à votação. Ontem, não foi diferente. Não houve sessão e apenas cinco, dos 27 parlamentares que integram a ALE, compareceram ao plenário no horário da chamada, às 15h30. O presidente do Legislativo, deputado Fernando Toledo (PSDB), encerrou o que deveriam ser os trabalhos justificando a ausência dos colegas, segundo ele, motivada pelo período eleitoral. E como fica a Lei Orçamentária Anual (LOA), que chegou à Casa desde o último dia 15? O deputado Fernando Toledo disse que a ?peça orçamentária, na verdade, vai ter que aguardar um pouco. Nós estamos ainda com vetos à LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias] que foram propostos pelo governador Teotonio Vilela [PSDB], a Casa já emitiu pareceres, mas eles ainda não foram apreciados pelo plenário?, disse. Candidato desistente se mantém no guia Candidato que não é mais candidato ? pelo menos foi o que tornou público ? continua em plena campanha no guia eleitoral, tanto no programa gratuito do rádio quanto na TV. Na semana passada, o deputado federal Carlos Alberto Canuto (PSC) informou que desistiu da candidatura à reeleição. A assessoria do parlamentar confirmou a decisão, mas não entrou em detalhes sobre os motivos. Rumores surgiram de que Canuto estaria sem recursos para bancar a campanha e que apoiaria outro candidato, após acordo político nesse sentido. O guia eleitoral, no entanto, mostra um candidato para lá de disposto, a todo vapor pelas ruas do Pilar, seu reduto eleitoral, não apenas pedindo voto para ele, mas para correligionários que disputam uma vaga na Assembleia Legislativa. Professora é denunciada por campanha em escola | SEVERINO CARVALHO - Repórter Maragogi ? A aula de História do Brasil acabou na delegacia, em Maragogi. A professora da disciplina, Cacilda Buarque Silva, 52 anos, foi denunciada pelo colega de trabalho, o também professor de história José Carlos da Silva, o Dodô. Motivo: ela estaria usando a sala de aula e as dependências da Escola Estadual Batista Acioli para fazer campanha eleitoral. O delegado José Carlos Sales ouviu o depoimento das partes e remeterá o caso ao Ministério Público. ?Como se trata de uma acusação de crime eleitoral, ouvi os envolvidos e encaminharei o caso à Promotoria de Justiça, que decidirá pela abertura da investigação?, afirmou o delegado, ao se reportar à legislação eleitoral. Segundo a denúncia-crime apresentada por Dodô, a professora usou o tempo dedicado à aula de História para influenciar os alunos do 3º ano C, do Ensino Médio, a votar nos candidatos dela.

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