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PF fecha cerco contra a corrup��o em AL

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Durante todo o dia de ontem, o efetivo reforçado da Polícia Federal (PF) teve movimentação intensa em Alagoas, no cumprimento de diversos mandados de busca e apreensão determinados pela Justiça eleitoral e resultantes de investigações de denúncias da existência de esquemas de corrupção eleitoral e das abordagens do cerco formado contra a compra de votos no Estado. Com apoio da Polícia Civil, a PF atuou contra crimes eleitorais em operações que obtiveram êxito em Arapiraca, Palestina e Pilar. Em entrevista coletiva, na tarde de ontem, o superintendente da PF em Alagoas, delegado Amaro Vieira Ferreira, ressaltou a sintonia na atuação conjunta de sua instituição com as forças de segurança pública estaduais e a Polícia Rodoviária Federal e alertou que os eleitores flagrados vendendo votos deverão ser presos e todos os integrantes dos cadastros apreendidos indiciados por crime eleitoral. PF apreende 2 mil cestas que seriam compra de votos no DF | FILIPE COUTINHO - Folhapress Brasília, DF ? A dois dias eleição, a Polícia Federal apreendeu ontem 2 mil cestas básicas em Planaltina, cidade-satélite do Distrito Federal. A PF suspeita que as cestas seriam usadas para comprar votos. A apreensão ocorreu após denúncia anônima, mas a PF afirma que ainda não há indícios sobre quais candidatos seriam beneficiados pela distribuição de alimentos. Segundo a PF, não havia referência a políticos nos produtos. As cestas estavam num galpão da administração de Planaltina, órgão do governo do DF. A PF ordenou que as cestas fiquem retidas, até as investigações avançarem. O primeiro passo será ouvir funcionários da administração de Planaltina. O governo do DF afirma que as cestas foram compradas pela administração para a execução de programas sociais. Segundo a assessoria, os alimentos foram entregues ontem após a compra dos produtos numa licitação de março. Roriz será investigado sobre empregar genro | FELIPE SELIGMAN - Folhapress Brasília, DF ? O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cezar Peluso, enviou ao procurador-geral da República, Roberto Gurgel, um requerimento pedindo que investigue a tentativa do ex-candidato Joaquim Roriz (PSC) de contratar o genro do ministro Carlos Ayres Britto com o intuito de deixá-lo impedido de julgar seu caso. O requerimento foi enviado na manhã de ontem a pedido do próprio ministro Ayres Britto, de acordo com nota divulgada pela assessoria de comunicação do Supremo Tribunal Federal. ?Atendendo a requerimento do exmo. sr. min. Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto, o exmo sr. min. presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, encaminhou ofício ao exmo. sr. procurador-geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, solicitando imediatas providências para rigorosa apuração dos fatos que, noticiados pelos órgãos de imprensa, nesta data (1/10), dizem respeito ao sr. Adriano Borges Silva e processos desta Corte?, diz a nota.

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