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Presidente da OAB declara voto

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Ele é presidente de uma das entidades tidas como de maior credibilidade no País, por sua atuação firme e, em geral, imparcial. Preside a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) seccional de Alagoas, cargo para o qual foi reconduzido no final de 2009 para um mandato de mais três anos. Nos últimos dias tem se dedicado a uma causa que em nada está ligada à entidade que comanda: a política partidária. Adepto do Twitter, uma rede social que se tornou ?febre? entre brasileiros e brasileiras, Omar Coêlho decidiu fazer uma espécie de campanha para o candidato de sua preferência ao governo do Estado. Não só. Além de fazer campanha para a reeleição de Teotonio Vilela (PSDB), o comandante da OAB no Estado critica o adversário do tucano, Ronaldo Lessa (PDT), a quem acusa de mentir. Diz que foi o ex-governador Manoel Gomes de Barros quem pagou os salários atrasados dos servidores. Diz isso porque no guia eleitoral Ronaldo Lessa tem afirmado e reafirmado que foi ele quem regularizou o pagamento dos servidores. NOTA DE ESCLARECIMENTO - OMAR COÊLHO Em relação aos questionamentos feitos por você à minha assessoria, seguem as respostas: No Twitter @omarcoelho me manifesto como cidadão e eleitor. O Twitter da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas é o @oabalagoas e é nele que estão as manifestações oficiais da entidade. Minhas preferências pessoais não interferem na atuação da OAB/AL, que, só para citar como exemplo, no período eleitoral abriu suas portas para que todos os candidatos ao governo e ao Senado apresentassem suas propostas em sabatinas promovidas pela entidade. Também não há interferência no trabalho da Comissão de Combate à Corrupção Eleitoral, que é presidida pela vice-presidente da OAB, Rachel Cabús, e atua com base em denúncias que estejam fundamentadas em provas ou informações que possam subsidiar a atuação dos órgãos institucionalmente encarregados de zelar pela lisura das eleições, tais como a PF, MP Eleitoral e TRE, que, frise-se, não trabalham com base em fatores subjetivos. Não tenho atuação partidária, mas sou filiado ao DEM desde 2005, o que é fato público e notório, não havendo em razão disso qualquer comprometimento da atuação da OAB, órgão transparente e plural, que tem em sua diretoria e em seu conselho advogados das mais variadas linhas ideológicas, o que gera até um salutar equilíbrio na atuação da entidade. Não tenho absolutamente nada contra o candidato Ronaldo Lessa, ressaltando inclusive que quando fui contactado para receber o dossiê sobre o suposto desvio no governo passado denunciado por Teotonio Vilela, tomei a iniciativa de pedir à advogada Rachel Cabús que me representasse na ocasião, evitando assim qualquer tipo de insinuação de uso político da OAB/AL. Fui procurador-geral do Estado no governo Manoel Gomes de Barros. Vi no guia eleitoral do candidato Lessa a informação de que ele havia pago os salários atrasados do governo Suruagy. Como sabia que a informação não era verdadeira, fiquei indignado com a injustiça e me manifestei no meu Twitter pessoal restabelecendo a verdade.

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