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Política

Partido denuncia excesso de votos r�pidos

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A direção nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT) encaminhou ofício pedindo que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Alagoas adote medidas para prevenir o que definiu como ?emprenhamento de urnas? pelos mesários; ou seja, a inserção indevida de votos na urna, no momento da votação, não pelo eleitor, mas, pelo responsável pela mesa das seções de votação. ?Não estamos querendo dizer que houve fraude nem estamos pedindo que seja anulada a votação. Pedimos, tão-somente, que o Tribunal adote medidas para que isso não volte a se repetir?, disse a advogada Maria Aparecida Rocha Cortiz, que veio a Alagoas para dar entrada no documento no TRE de Alagoas. Ela se refere à identificação de aumento no volume dos chamados votos rápidos, no período próximo ao final da votação. Prática é adotada na etapa final de votação Na documentação encaminhada ao TRE, os representantes do partido dividiram todo o período de votação em três etapas: de 8h às 12h, de 12h às 16h e depois desse horário. Outro dado mostraria a média de votos rápidos por minuto, em determinado período. ?Nessas 1.065, a média de votos rápidos por minuto no período final foi maior que nos outros dois períodos (manhã e tarde)?. Ainda de acordo com as informações prestadas pelo PDT ao TRE de Alagoas, das 1.065 seções em que foi detectado o indício da prática, em mais de 400 o vencedor foi o candidato da Coligação Frente Pelo Bem e Alagoas (PSDB, DEM, PP, PSC, PPS, PSB). Na seção de número 151, da 17ª Zona Eleitoral (município de Barra de Santo Antônio), a votação só foi concluída às 22h. FF Lessa debate ações de combate às drogas | DAVI SOARES - Repórter O candidato ao governo Ronaldo Lessa (PDT) participou ontem de sabatina promovida pelo Fórum Permanente de Combate às Drogas, e depois de analisar possíveis condições para ajustar os salários dos policiais civis e militares a um patamar justo, disse que lutará pela aprovação do piso nacional para as categorias. Ele defendeu a revisão da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), para que se adeque às ?realidades locais?; e criticou a atuação do Ministério Público (MP), do Congresso Nacional e do Poder Judiciário. ?As instituições precisam saber o seu espaço. Porque o Ministério Público quer invadir algumas áreas e o Judiciário está fazendo a lei no lugar do Congresso. Fazendo lei não, interpretando lei, o que é pior. Nosso parlamento não cumpre o seu papel e a gente é pego de calças curtas?, disse Lessa, diante dos aplausos do auditório lotado de uma faculdade de Cruz das Almas.

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