Política
PF pede prorroga��o de pris�o
Processados por peculato, formação de quadrilha e fraude em licitações, sete dos acusados na Operação Caetés, da Polícia Federal (PF/AL), poderão ter a prisão preventiva decretada. Pedido nesse sentido foi encaminhado à Justiça pelo delegado André Costa, responsável pelo inquérito que apura fraudes em licitações para a compra de merenda escolar, que teriam desviado R$ 8 milhões em recursos públicos, entre 2007 e 2009. A comerciante Ireslene Barbosa Almeida, esposa de um dos acusados, foi liberada ontem. Ela não teve a preventiva solicitada por ter colaborado com a investigação, revelando como funcionava o esquema criminoso. Estão presos donos e funcionários de supermercados das cidades de Maceió, Arapiraca, Traipu, Lagoa da Canoa, Craíbas e Limoeiro de Anadia. A investigação da PF mostrou que pelo menos 13 processos de licitação para aquisição de merenda escolar foram fraudados naqueles municípios.