Política
Alckmin refor�a candidatura tucana
O governador eleito do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), participou ontem de entrevista coletiva ao lado do candidato à reeleição ao governo de Alagoas, Teotonio Vilela Filho (PSDB), em que destacou o ?trabalho sério e responsável de Vilela pelo equilíbrio das contas do Estado? e desconsiderou o cenário das pesquisas eleitorais para a disputa pela Presidência da República, que apontam para uma tendência de vitória da candidata Dilma Rousseff (PT) sobre o candidato tucano José Serra (PSDB). Alckmin ainda participou de uma caminhada pelo calçadão do Centro de Maceió ao lado de Vilela. ?Tenho confiança no Serra. A gente sente em São Paulo um crescimento forte, e também em vários Estados brasileiros. A eleição federal não está resolvida. Esta é uma semana decisiva. Serra tem colocado claramente suas propostas, inclusive a visão macroeconômica, que o Brasil pode ter taxas de juros menores, crescer de forma mais consistente. Temos um candidato tão bom que não precisamos ficar atacando a concorrente. Nós não brigamos com pesquisa, que é intenção de voto. Não é voto. O que vale é o 31 de outubro, é o domingo. E vamos trabalhar até o último minuto para servir ao Brasil?, disse Alckmin, no auditório de um hotel da Pajuçara, ao lado do candidato que lidera as pesquisas para o governo de Alagoas. Lessa cumpre agenda em meio à polêmica Em meio à repercussão de seu indiciamento pela Polícia Federal (PF) pela acusação de superfaturamento nas obras da macrodrenagem do Tabuleiro do Martins, o candidato ao governo de Alagoas Ronaldo Lessa (PDT) cumpriu sua agenda de campanha nas regiões do Litoral Norte e do Agreste do Estado. Sem obter a confirmação oficial da PF sobre o indiciamento de Lessa, sua assessoria jurídica prometeu buscar a responsabilização da autoridade policial, por ter considerado que ?houve pirotecnia? na convocação do candidato para depor na reta final da eleição, já que o indiciamento indireto demonstra que não haveria necessidade de oitiva. O advogado eleitoral de Lessa, Marcelo Brabo, disse que o ex-governador não foi intimado para depor ?em momento algum?, apesar de a PF sustentar o contrário. E lembrou que o advogado penal José Fragoso havia apresentado uma petição, colocando Lessa à disposição para comparecer às oitivas.