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“Atentados pol�ticos” s�o esquecidos

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Termina neste domingo a eleição que ficará lembrada não somente pelas trocas de acusações entre as candidaturas majoritárias, mas também por atos criminosos que foram interpretados por alguns candidatos como ?atentados políticos?. Passados mais de dois meses do que pareceu ser um golpe contra a campanha para deputado federal do ex-superintendente da Polícia Federal em Alagoas, José Pinto de Luna (PT), a Polícia Civil não apresentou nenhum indício de empenho para a responsabilização dos envolvidos no incêndio de um carro que divulgava a propaganda do petista, em Coruripe. Atingido por um coquetel molotov, na madrugada do dia 27 de agosto, o automóvel Palio do funcionário público estadual Edval Luiz Xavier foi inutilizado pela ação do fogo. O caso se tornou intrigante quando surgiram algumas peculiaridades e acontecimentos relacionados ao fato. Comitês são alvo de invasores, mas não há nem suspeitos Outro caso ? o mais recente ? de crime que ganhou repercussão política por atingir outros bens da estrutura de campanha de um candidato aconteceu neste segundo turno e envolveu a coligação ?Frente Popular por Alagoas?, que defende o retorno do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) ao comando do Palácio dos Palmares. Foi o arrombamento do escritório de campanha de Lessa, localizado no Poço, e furto de dois computadores portáteis da sala onde funcionava o setor financeiro da coligação. Naquela mesma sexta-feira em que o prédio foi invadido, no dia 8 deste mês, Lessa declarou ?não ter dúvidas? de que o candidato à reeleição Teotonio Vilela (PSDB) teria sido o responsável pelo suposto atentado à sua campanha. Mas já na manhã do dia seguinte, os dois notebooks foram recuperados após denúncia de que estavam sendo vendidos no Centro de Maceió.

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