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Política

Come�a a briga pelo comando da ALE

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Passado o segundo turno das eleições para governador e presidente da República, os olhares se voltam agora para um dos poderes que por si só chama a atenção: o Legislativo. É para ele que as atenções se voltam até fevereiro, quando haverá uma espécie de terceiro turno, não mais com a presença do eleitorado alagoano em sua totalidade e de dezenas de candidatos a um cargo eletivo, mas tão-somente com a participação dos que foram escolhidos pelo voto para representar o povo. A Assembleia está em plena efervescência política, embora as sessões na Casa tenham sido cada vez mais escassas. Nos bastidores, grupos ?costuram? alianças para definir o nome do futuro presidente e dos demais integrantes do Legislativo. Marcada para fevereiro, eleição agita Legislativo A eleição é no dia 1º de fevereiro. São duas etapas em um só dia. Primeiro, elege-se o presidente da Casa; em seguida, os demais integrantes da Mesa Diretora. O voto é secreto. São os 27 deputados eleitos em outubro que dirão quem comandará a Assembleia nos próximos 2 anos. Abaixo, o presidente Fernando Toledo prossegue falando sobre o processo, que ?sacode? o Legislativo. APOIO DO GOVERNADOR ?Veja bem, passado o processo eleitoral, todos os deputados são do mesmo tamanho aqui na Assembleia; somos todos iguais. Todos. Nós tivemos deputados eleitos na gestão passada com 13 mil votos, tivemos deputados com 44 mil votos. Então eles são do mesmo tamanho. A quantidade de votos não interfere, isso não é requisito?. [para ser presidente] GARIMPAR VOTO OU FAZER PROMESSA? ?O primeiro requisito é ter votos entre os deputados. Esse é o requisito número um. Depois vêm os demais. Você tem que ter um bom relacionamento, apoio. Eu dizia antes do pleito eleitoral do segundo turno que caso a vitória fosse do oponente ao governador Teotonio Vilela, o ex-governador Ronaldo Lessa, se ele tivesse sido vitorioso, eu não teria a menor intenção de sequer participar da Mesa, de nenhum cargo e em nenhuma situação, sequer discutir. Eu apoiaria de corpo e alma uma candidatura que fosse indicada, porque eu acredito que a Assembleia deve ter uma boa sintonia com o governo e a minha presença seria um ponto de conflito. Eu tinha dito isso para alguns colegas deputados. Apoiei, estive no palanque defendendo a candidatura do governador Teotonio. Disse isso a alguns parlamentares e estou dizendo à imprensa em primeira mão. Não teria nenhuma pretensão de estar nem conversando a possibilidade de formação de qualquer quadro na Mesa da Assembleia?. OPOSIÇÃO AO GOVERNO ?Acho que não tem construído hoje na Assembleia nenhum obstáculo maior, nenhuma dificuldade de conversarmos. Eu tenho conversado sempre com os parlamentares, não vejo nenhum ponto específico, nenhuma corrente política, nenhuma ideologia que venha a ser de conflito a uma discussão aberta?.

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