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PCCS do Judici�rio emperra na ALE

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Uma peleja. É o que enfrentam servidores do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ/AL) desde junho. Os deputados podem até faltar à Assembleia, mas os serventuários têm marcado presença constante na Casa, para onde foi encaminhado o Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) da categoria. Além da falta de quórum que emperra a votação dos projetos no Legislativo, outra questão é considerada agravante e entrave para aprovar o projeto que os servidores aguardam há três anos. Ontem, mais uma vez, lá estavam integrantes da categoria, que lotaram as galerias na esperança de que o projeto fosse entrar em pauta. Não entrou. Pressionados pelos servidores, que estiveram em massa na ALE, deputados tentaram amenizar a situação. O líder do governo da Casa, deputado Alberto Sextafeira (PSB), ocupou a tribuna para pedir celeridade na tramitação do projeto. Foi seguido pelo deputado Marcos Barbosa (PPS), que pediu regime de urgência na matéria. Das galerias, os servidores aplaudiam a cada ?apelo? dos parlamentares para ?apressar? o que já dura quase cinco meses. Conseguiram a promessa de que ontem mesmo seria elaborado o parecer das comissões para encaminhar o projeto para votação. Servidor rejeita mudança em projeto Quem está do outro lado da discussão, o dos serventuários, não considera a mudança no projeto encaminhado pelo Tribunal de Justiça tão simples. Os trabalhadores querem que a matéria seja votada pela Assembleia exatamente do jeito que foi enviada pela presidência do TJ. Afirmam que aguardam por isso há três anos e não estão muito dispostos a mudar o que para eles é uma conquista. ?A presidente do TJ [desembargadora Elisabeth Carvalho] quer o projeto do jeito que está?, afirma Ednor Gonzaga, presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Alagoas (Serjal). O sindicalista afirma que a alegação da Almagis é que a mudança trará mais eficiência e modernidade com a função gratificada de, em vez do servidor efetivo?. No entanto, diz que na prática isso significará ?um maior controle por parte dos cartórios para fazerem o que quiserem. Hoje está estritamente na lei. Se for alterado, não será o que estabelece a Constituição; não progride, deixando de ser carreira?, afirma Ednor Gonzaga.

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