Política
Almeida se diz v�tima de arma��o
Antes de começar a agenda de inaugurações e assinaturas de ordens de serviço na manhã de ontem, em três bairros de Maceió, o prefeito Cícero Almeida (PP) afirmou que as denúncias de fraude na contratação de empresas coletoras de lixo, investigadas pelo Ministério Público Estadual, são represálias de adversários decorrentes da última eleição. Almeida não citou nomes, preferiu não criticar o MP, negou qualquer crise com seu ?padrinho? político João Lyra, mas falou como se soubesse quem estaria interessado em prejudicá-lo. ?Quem quer entrar na política, mas não está preparado para levar porrada, é melhor não entrar. Quando você causa qualquer constrangimento, fica passível de passar por situações indesejáveis. É o que está acontecendo comigo. Mas estou encarando com naturalidade?, disse Almeida, negando irregularidades na contratação das empresas de coleta. ?Se não cometi nenhum crime, por que estaria preparado para defesa? A procuradoria está tratando disso com responsabilidade. Tudo tramitou corretamente, nos setores da prefeitura. O prefeito foi o último a assinar. Não existe nenhum rombo de R$ 200 milhões. Jamais seria conivente com isso. A verdade vai aparecer?. Mesa Diretora protela negociação Marcada para a manhã de ontem, a assembleia dos servidores da Câmara Municipal de Maceió, em greve há mais de um mês, não aconteceu. No encontro, os grevistas iriam decidir sobre o fim da paralisação. Mas, segundo o presidente do Sindicato dos Servidores da Câmara, Paulo Mesquita, a futura Mesa Diretora não enviou a tempo a resposta sobre as reivindicações da categoria, entre elas 20% de reajuste salarial ? referentes aos anos de 2009 e 2010, inclusão de funcionários no plano de cargos e carreira e o pagamento de subsídios.