Política
Procuradora pode pedir pris�o de gestores
São 42 anos de existência e muitos embates envolvendo prefeitura, Justiça e Ministério Público. Mesmo desativado, o lixão de Maceió continua a provocar polêmica e a colocar gestores públicos municipais na berlinda. Dessa vez, os gestores se veem às voltas com ameaça de prisão pelo que que seria o descumprimento de prazos estabelecidos em termo de ajustamento de conduta firmado há quase sete anos, quando o Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública para obrigar o município não apenas a desativar o lixão e instalar o aterro sanitário da capital, mas implementar medidas sociais para as famílias que viviam de catar lixo, organizá-las em cooperativas de e coleta seletiva do lixo e recuperar a área do lixão. Ontem pela manhã, em entrevista ao repórter Rogério Costa, da Rádio Gazeta AM, a procuradora-chefe da Procuradoria da República em Alagoas, Niedja Kaspary, afirmou que existe um cronograma a ser cumprido pelo município. Segundo ela, ?parte desses prazos já foi expirado. Já foram dados novos prazos. Uma parte da obrigação, ele [o município] cumpriu, parte não?.