Política
Ap�s an�lise, promotor descarta elei��o indireta
Maragogi ? O promotor de Justiça da Comarca de Joaquim Gomes, Adriano Jorge Barros, voltou atrás e depois de analisar com maior profundidade o imbróglio eleitoral em que se encontra o Poder Executivo municipal anunciou, por meio de seu blog na internet, que ?não há realmente condições de se realizar eleições indiretas pela Câmara Municipal, devendo-se aguardar o pronunciamento final do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)?. Até lá, ao menos pelos próximos dois anos, o presidente do Legislativo, José Marcelino da Silva (PSL), o ?Nego Sarapião, deve permanecer no cargo de prefeito interino, posto que ocupa desde o dia 1º de janeiro deste ano. Barros explica que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinou a realização de eleições diretas em 2009 por intermédio de uma resolução. Isso se deu porque o TRE acatou decisão do então juiz eleitoral de Joaquim Gomes, Gilvan de Santana, que cassou o registro de candidatura da candidata eleita, Cristina Brandão. Ela, entretanto, recorreu da decisão junto ao TSE e depois ingressou com um mandado de segurança para suspender a resolução do TRE.