Política
PDT j� admite composi��o para Mesa
A disputa pela presidência da Assembleia Legislativa de Alagoas ?pega fogo?. Longe do ?trabalho? e das sessões na Casa, que parou até o dia da eleição, mesmo sem ter votado o Orçamento do Estado, tudo o que os deputados fazem é correr atrás de voto. São reuniões e mais reuniões, articulações e desconfianças. Temem traições e por isso colocam como podem no que consideram aliado. Sabem que até 1º de fevereiro tudo pode mudar. Quem é de um grupo, pode pular para outro. Basta uma conversa de pé de ouvido e a garantia de espaço na Mesa Diretora. De um lado, o grupo de Fernando Toledo (PSDB); do outro o de Inácio Loiola (PSDB) e em seguida Isnaldo Bulhões (PDT). À medida que o tempo passa e as negociações avançam, grupos de fortalecem, enquanto outros perdem espaço. Por isso, já se admitem composições, inclusive de quem era candidato. Pode, sim, haver desistência e o candidato passar a compor a Mesa Diretora em outro cargo, que não de presidente. Partido cobra obediência a Amilka Quanto à decisão da vereadora Amilka Melo (PDT) de retirar sua assinatura em favor da abertura de uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar um suposto esquema de contratação fraudulenta de empresas de coleta de lixo, que teria causado prejuízos do erário municipal, Ronaldo Lessa diz que é uma situação diferente. ?O partido tem uma posição em relação a questão, que é a de que o parlamentar foi eleito pelo povo para cumprir o papel que lhe cabe, de fazer leis e fiscalizar o cumprimento. O povo quando vota, vota para que eles fiscalizem o exercício do poder?, afirma Lessa, que destaca o trabalho do promotor de Justiça Marcus Rômulo, autor da denúncia contra a Prefeitura de Maceió, para justificar que a denúncia deve ser apurada.