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Vilela repete velhas promessas em posse

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O governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) deu posse ao novo secretário de Defesa Social repetindo velhas promessas do início do primeiro mandato, como a redução do índice de homicídios, o aparelhamento das polícias, aquisição de viaturas e até mais um helicóptero. O titular da pasta, coronel Dário Cesar, renovou medidas e providências anunciadas pelo seu antecessor, como a implantação do sistema de vídeo monitoramento e a necessidade de concurso público, defendidas pelo então secretário Paulo Rubim, na sua posse há cerca de três anos. Mesmo após quatro anos na cadeira do Palácio República dos Palmares, Vilela voltou a culpar a ?herança maldita? do governo anterior. Segundo ele, o índice de homicídios avançou mais de 300% no período de 1999 a 2007, passando de 20 para 60 mortes por cada grupo de 100 mil pessoas. ?Todo mundo sabe o que é meter o pé no freio de um carro em alta velocidade. A inércia leva de qualquer jeito, mas a gente está segurando o tranco?. Greve de agentes marca solenidade A primeira missão do novo secretário de Defesa Social teve tudo para ser anunciada como uma vitória do início da gestão, mas sofreu uma reviravolta. Horas antes da posse, o coronel Dário César se reuniu com os agentes penitenciários em greve e pediu tempo para resolver o problema. Um acordo foi selado e o sindicato já anunciava o fim da paralisação, mas, no final da tarde, os grevistas voltaram atrás porque o secretário se recusou a assinar uma ata da reunião redigida pela entidade. Missão frustrada. Durante a solenidade, o militar defendia as negociações e dizia que nunca viu a força resolver problema nenhum. ?Passei no sistema prisional agora há pouco [ontem] e tem muita instabilidade, mas confio plenamente no pessoal que está lá. É preciso negociação e diálogo?. Após informar que pediu um crédito de confiança ao Sindicato dos Agentes, Dário lembrou que existe uma margem de negociação. ?Todos nós temos um limite?.

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