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Tavares tranquiliza sobre relat�rio

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O procurador-geral de Justiça, Eduardo Tavares Mendes, afirmou estar tranquilo diante do relatório da inspeção realizada pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) no MP de Alagoas, aprovado na última semana. Elaborado com base em visita da Corregedoria Nacional do MP à Procuradoria Geral de Justiça do Estado, entre os dias 1º e 5 de março do ano passado, o relatório, segundo Tavares, não representa mais a realidade. ?Esta inspeção foi feita a pedido do próprio Ministério Público de Alagoas, há mais de um ano. 75% dos itens já foram resolvidos. Não há nenhum problema de conduta. Praticamente todos os itens apontam problemas de estrutura. Costumo dizer que, desde quando assumi a Procuradoria Geral, conseguimos sair do caos e hoje estamos enfrentando a dificuldade?, explicou ele. No relatório do CNMP, há a recomendação de priorizar o aperfeiçoamento do sistema de informática do MP. ?Nós tínhamos 70 computadores, hoje temos perto de 700. Cada promotor tem seu notebook?, informou o procurador-geral, dizendo que vai seguir a recomendação do CNMP e exonerar o diretor de informática. Polícia será cobrada sobre assaltos | FELIPE FARIAS - Repórter O Ministério Público vai cruzar informações que constam dos boletins de ocorrência lavrados por assaltos a ônibus urbanos para identificar que delegacias deveriam investigar os casos e, em seguida, cobrar informações da polícia sobre o andamento dessas apurações. Segundo as empresas, em 2010 houve 114 assaltos, mas apenas dois motoristas e cobradores de coletivos assaltados foram intimados a comparecer à delegacia responsável pela investigação. Entre as vítimas, um motorista perdeu a visão de um olho, após ser atingido por uma pedra, e muitos rodoviários estão sob tratamento médico, por causa do clima de pavor que dizem ter se convertido o exercício da profissão. A cobrança à Polícia consta de procedimento preparatório instaurado pela Promotoria Coletiva de Controle Externo da Atividade Policial. De acordo com portaria, uma das razões para a cobrança vem da ?necessidade de apuração de eventual desídia por parte das autoridades policiais responsáveis pela elucidação dos assaltos?. Para o MP, o atraso pode resultar de negligência ou desleixo.

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