Política
Funcion�rios do Lifal cobram sal�rios
No ano passado foram liberados R$ 3 milhões como medida emergencial para evitar que o Laboratório Industrial e Farmacêutico Alagoano (Lifal) fechasse as portas e seus 90 funcionários não perdessem os empregos. Este ano, logo no início da atual legislatura, a Assembleia votou e aprovou um novo ?socorro? para a empresa estatal, no valor de R$ 6 milhões. O dinheiro, porém, parece não ter sido suficiente para evitar que o laboratório saia da situação de quase falência e mantenha a linha de produção de medicamentos como já foi em um passado recente. A entidade que representa a categoria, o Sindpetro, reclama que apesar do aporte financeiro, os funcionários do Lifal estão há dois meses sem ver a cor dos salários; que o plano de saúde não foi pago, deixando os trabalhadores sem assistência médica e que o laboratório segue ?sem produzir uma gota de remédio?. É o que afirmam diretores do sindicato em carta aberta à população distribuída ontem. No texto, os sindicalistas denunciam que a situação vem se agravando ano a ano e teria piorado no governo de Teotonio Vilela (PSDB).