Política
Decis�o do STF tira mandato de Am�lio
Foi só o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir que a vaga nos parlamentos de titular que se afastou para exercer funções no Executivo pertence à coligação e não aos partidos políticos, para a confusão se estabelecer Brasil a fora. Em Alagoas, a situação não é diferente. Desde que a Suprema Corte proferiu sua sentença sobre o assunto, na quarta-feira, quem vive o dilema de temer dormir deputado e acordar sem diploma aumentou. É o caso da Assembleia Legislativa, onde desde a eleição de outubro ficou no ar a dúvida quem fica e quem sai: Arnon Amélio (PRTB) ou João Henrique Caldas (PTN), ambos da mesma coligação, que enfrentam situações diferentes, mas cuja opinião pública mexe com os ânimos de ambos, apesar de diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) de Alagoas no mandato de deputado estadual. Deputados somem da Assembleia Depois de garantir que o aumento dos subsídios dos deputados estaduais depende única e exclusivamente de ?entendimento? com o governo, que bancaria cerca de R$ 1 milhão para a Assembleia pagar os parlamentares e um grupo de servidores beneficiados com o reajuste, o comando da ALE afirma agora que o tal acordo já está firmado. Não era até a semana que passou o que o governo dizia. Ontem, mais uma vez sem quórum para a realização de sessão ordinária ? essa semana só houve uma, das três determinadas pelo regimento da Casa ?, coube ao deputado Sérgio Toledo (PDT) novamente conduzir o que deveriam ser os trabalhos legislativos. De novo, o presidente da ALE, Fernando Toledo (PSDB), não deu as caras no plenário.